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  • Ministério Público do Rio não quer eventos no Rio Beach Club

    Rio Beach Club (Vista Aérea)

    Local da festa do Colunistas Rio em 2017, o Rio Beach Club, na Barrinha, foi proibido, por liminar conseguida pelo Ministério Público do Rio (MPRJ), a realizar atividades que causem poluição sonora, como as festas sociais e corporativas que vinham acontecendo por lá no último ano.

    O Rio Beach Club é um empreendimento de Rafael Liporace e Rômulo Groisman, que já haviam sido sócios da empresa carioca Biruta. O lançamento do local chegou a merecer matéria da Janela (veja link abaixo) em maio de 2017, com o nome de Green House Barra, que, aparentemente, não emplacou.

    Na época, Liporace declarou que investiu mais de R$ 1 milhão na reforma do local para prepará-lo a receber eventos sociais e corporativos. A expectativa, disse o executivo, seria recuperar os investimentos em no máximo um ano e meio. Com experiência na área promocional pelas agências Biruta e à Vera, os dirigentes esperavam, com o Rio Beach Club, se tornar fornecedores das demais agências de  Marketing Promocional e Live Marketing, e não mais seus concorrentes.

    A informação que circulou esta quarta feira, através da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente da Capital, seria a de que o Rio Beach Club não teria alvará para funcionar como boate e local de festas de grande porte.

    As polêmicas entre o local e o MPRJ e a Prefeitura do Rio não vêm de hoje. Ainda em abril de 2017, quando ainda se chamava Naília, a casa teve seu alvará de funcionamento cassado.

    Matéria do jornal O Globo em dezembro de 2017 apontava que as festas continuaram ocorrendo “com alvarás provisórios concedidos pela Rio Ainda Mais Fácil Eventos (Riamfe), vinculada à Secretaria da Fazenda”. Segundo o jornal, a pasta informara que “foram dados 11 alvarás à Rio Beach House desde outubro, pois as exigências foram cumpridas, com ‘o nada a opor de outros órgãos, como Corpo de Bombeiro e Polícia Militar’, e que a empresa havia apresentado documento que mostrava a anulação da liminar em fevereiro”.

    Em resposta à Janela, Rafael Liporace confirma que o MPRJ conseguiu de fato a liminar para suspender os eventos de bilheteria no espaço. “Vale ressaltar que essa é uma decisão liminar, contrária a uma decisão judicial de primeira instância que nos dava ganho de causa”, ressalvou o executivo, admitindo que, por enquanto, por conta da liminar, não poderá fazer uso do espaço para eventos com bilheteria.

    Diz Liporace, porém, que o Rio Beach Club vai recorrer da decisão. “Gganhamos um processo de 3 anos com muita fundamentação. Em paralelo à isso iremos continuar ajustando nossas práticas para que possamos retomar logo os eventos”, completou.

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    Liporace abre nova área de eventos na Barra (em 16/05/2017)

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    Marcio Ehrlich

    Jornalista, publicitário e ator eventual. Escreve sobre publicidade desde 15 de julho de 1977, com passagens por jornais, revistas, rádios e tvs como Tribuna da Imprensa, O Globo, Última Hora, Jornal do Commercio, Monitor Mercantil, Rádio JB, TV S e TV E.
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