Categoria: Tô recomendando.
Já que São Paulo tem a F1, vamos trazer para o Rio a nova Fórmula da Fota.
Lancei esta ideia no meu Twitter e estou trazendo para cá a campanha.
A oportunidade é essa de reativar o Autódromo de Jacarepaguá. Mandem e-mail para o prefeito Eduardo Paes (eduardopaes@pcrj.rj.gov.br) e para os vereadores da nossa Câmara Municipal, defendendo a ideia.
Interlagos renovou com a FIA até 2014. Ótimo para São Paulo.
Que a nova prova do automobilismo mundial, então, venha para Jacarepaguá!
É bom para a cidade. É bom para todos nós, cariocas.

Carioca que já gosta de ir aos centros culturais da região da Rua Primeiro de Março agora tem mais um programa que vale a pena: o Centro Cultural da Justiça Eleitoral, um prédio precioso de 1892 (na esquina da Rua do Rosário) que está sendo reformado, mas já abriga uma boa exposição de arte de pintores contemporâneos brasileiros em seu primeiro andar.
Ex-sede do Supremo Tribunal Federal, virou sede do TSE e, depois, do TRE-RJ. Repleto de pinturas que agora serão restauradas, o prédio ficou fechado -- e deteriorando -- por 20 anos, sendo utilizado como depósito de urnas eleitorais.
Somando o CCJE ao Paço Imperial, ao Centro Cultural Banco do Brasil, ao Centro Cultural dos Correios e a Casa França-Brasil, a região é indispensável ao carioca que diga gostar de cultura.
Aliás, imperdível também é a exposição "Mulheres Reais – Modas e Modos no Rio de Dom João VI", que está na França-Brasil até 6 de julho. Uma superproduzida mostra de figurinos da época de 1808 que nada fica a dever às mostras que estamos acostumados a ver em Nova York, Londres ou Paris. Até modelo vivo dentro de uma das instalações eu vi este fim-de-semana.
A meros 852 quilômetros do Rio, Curitiba é um choque visual para o carioca. Depois de 20 anos indo à cidade só a trabalho -- do aeroporto ao hotel de julgamento do Prêmio Colunistas e de volta ao aeroporto, sempre de taxi -- este ano resolvi ir de véspera, alugar um carro e me dar o direito de ser turista na cidade, me perdendo pelas ruas, bairros e parques.
A sensação foi ter saído do país e me transportado para o interior da França. Quantas casas sem muros altos nem pixações! Em ruas sem engarrafamentos nem lixo nas calçadas cimentadas. E que ainda levam a parques cuidadosamente preservados para o prazer dos locais e dos incontáveis visitantes.
A cidade de Miran, Paulo Leminski e Dalton Trevisan, da Heads e da Master está dando uma aula de civilidade aos grandes centros brasileiros. Quem sabe o Rio consiga mandar César Maia para um exílio político em Curitiba, para se arrepender do que não fez em todos os anos que o carioca lhe confiou o comando da nossa cidade.
Em tempo: para se hospedar ou fazer convenção em Curitiba, pense no Pestana de lá, um 4 estrelas que vale 5, pela atenção dos funcionários e conforto do quarto, cujo ar quente funciona para esquecer o frio de 10 graus do lado de fora!!!
O sistema de ônibus de Nova York -- onde nossas autoridades tanto gostam de passar férias -- podia servir de inspiração para melhorar o caos urbano no Rio de Janeiro.
Lá, há 4.373 ônibus coletivos, com um total de 235 linhas e 14.000 paradas, funcionando 24 horas por dia em horários regulares, para não deixar ninguém esperando muito tempo. Aqui, são quase 10 mil ônibus de 440 linhas, que entulham as avenidas do Rio no horário de pico, mas à noite deixam a população a ver navios, já que ônibus mesmo ninguém consegue ver.
Não há muito segredo: as linhas em Nova York são planejadas para se cruzarem, e não para se superporem, como aqui. Uma única passagem dá o direito de se utilizar até dois ônibus no período de duas horas. Sem prejuízo para o seu bolso, portanto, o usuário pode planejar a sua viagem simplesmente trocando de condução onde os seus trajetos se cruzam.
Se fosse no Rio, por exemplo, para ir de Copacabana à Central do Brasil, o carioca pegaria um circular "Zona Sul" que iria até a Glória, por onde também circularia a linha "Centro", que levaria o nosso amigo até o seu destino.
Trajetos menores e não superpostos garantem menos ônibus nas ruas, maior freqüência e mais rapidez no trajeto. Tudo isso não compensa?
Um dos filmes mais subavaliados da temporada -- talvez porque seu humor é inteligente e não popularesco -- é o "Obrigado Por Fumar", em cartaz nos circuitos Estação e Unibanco.
O roteiro e a direção do Jason Reitman são ótimos e todas as atuações estão muito boas.
Vão por mim: o filme é imperdível, principalmente para quem trabalha em propaganda.



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