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		<title>Botequim do Padilha</title>
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			  <language>pt-BR</language>
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			    <title>Penafiel</title>
			    <description>&lt;div class=&quot;youtube center&quot;&gt;&lt;object type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; style=&quot;width:425px; height:350px&quot; data=&quot;http://www.youtube.com/v/D-sEzi9Iz9k&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/D-sEzi9Iz9k&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Alguns bares e restaurantes hist&amp;#243;ricos nos conduzem a lugares e &amp;#233;pocas distantes, muito al&amp;#233;m da gastronomia. O Penafiel, no mesmo lugar desde 1913, &amp;#233; um deles. Foi isso que pensei quando sa&amp;#237; do caos das ruas do centro do Rio e atravessei a estreita entrada do restaurante, onde o couro de um bezerro, gravado com o Bras&amp;#227;o do estabelecimento, protege um balc&amp;#227;o refrigerado contra o sol forte da hora do almo&amp;#231;o.&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;image_block&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.janela.com.br/blogs/media/padilha/penafiel-01.jpg&quot; alt=&quot;Penafiel (Entrada)&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;250&quot; height=&quot;243&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Neste canto da cidade, o s&amp;#233;culo XX resiste elegantemente &amp;#224; passagem do tempo e das pessoas alheias &amp;#224;s suas hist&amp;#243;rias. Parecia que eu entrava em um antiqu&amp;#225;rio.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;L&amp;#225; dentro, o sal&amp;#227;o &amp;#233; reto e comprido, com p&amp;#233;-direito alto, paredes de azulejos brancos, ventiladores italianos da d&amp;#233;cada de 40 e lustres de l&amp;#226;mpadas fluorescentes. &amp;#8220;As primeiras do Rio de Janeiro. Compradas na Galeria Silvestre!&amp;#8221;, garante com orgulho o propriet&amp;#225;rio Ricardo Silva, neto do fundador. Que carioca com mais de 35 anos n&amp;#227;o lembra da r&amp;#225;dio rel&amp;#243;gio e sua vinheta de patroc&amp;#237;nio &amp;#8220;Depois do sol, quem ilumina o seu lar &amp;#233; a Galeria Silvestre&amp;#8221;?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Lembran&amp;#231;as da cidade portuguesa de Penafiel, espalhadas pelas paredes, atestam a origem lusitana da casa. Fotos da Igreja da Matriz, do Mosteiro de Pa&amp;#231;o de Sousa, do Sameiro, entre outras. A hospitalidade e a simplicidade com que recebem os clientes tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o caracter&amp;#237;sticos dos portugueses.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No fundo do sal&amp;#227;o, os pratos do dia ficam expostos em um balc&amp;#227;o para que sejam mostrados aos clientes, como o arroz de lula com br&amp;#243;colis ou a especialidade portuguesa l&amp;#237;ngua defumada com feij&amp;#227;o manteiga. No card&amp;#225;pio h&amp;#225; &amp;#243;timas op&amp;#231;&amp;#245;es, como o bacalhau desfiado e gratinado com arroz de br&amp;#243;colis ou a posta de cherne ao alho e &amp;#243;leo com batatas cozidas e cebola frita. Essa &amp;#250;ltima &amp;#233; para comer de joelhos. Mas h&amp;#225; pratos brasileir&amp;#237;ssimos e excelentes, como o mineiro frango com quiabo e batatas portuguesas (ok, as batatas s&amp;#227;o portuguesas), que chega a fazer inveja aos preparados em Minas.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Antes de pedir o prato principal, d&amp;#234; in&amp;#237;cio aos trabalhos pelo petisco do dia, como as famosas empadas de camar&amp;#227;o, que s&amp;#243; saem &amp;#224;s sexta-feiras.&lt;/p&gt;

&lt;div class=&quot;image_block&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.janela.com.br/blogs/media/padilha/penafiel-02.jpg&quot; alt=&quot;Penafiel (Doce de Laranja)&quot; title=&quot;&quot; width=&quot;350&quot; height=&quot;171&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;No quesito sobremesas, minha sugest&amp;#227;o &amp;#233; o caseiro doce de laranja-da-terra. &amp;#201; a especialidade da casa. Ou, se preferir, o delicioso mineiro de botas, que &amp;#233; feito com banana frita e queijo minas derretido.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;N&amp;#227;o deixe de reparar na arquitetura do lugar. A mob&amp;#237;lia original muito bem conservada, o mezanino com o nome do restaurante, a cozinha ampla e arejada. Em especial, n&amp;#227;o deixe de reparar na pia. Ela &amp;#233; original, com acabamento de m&amp;#225;rmore e tem ao seu lado uma inusitada escarradeira, talvez a &amp;#250;ltima da cidade. Lembran&amp;#231;a de um tempo em que era normal as pessoas &amp;#8220;limparem a garganta&amp;#8221; em p&amp;#250;blico. No entanto, voc&amp;#234; pode ir sossegado que o apetrecho continua l&amp;#225;, mas n&amp;#227;o &amp;#233; mais utilizado por ningu&amp;#233;m.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Penafiel&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Av. Senhor do Passos, 121&lt;br /&gt;
Centro &amp;#8211; Rio de Janeiro&lt;br /&gt;
(21) 2224-6870&lt;/p&gt;

</description>
			    <link>http://www.janela.com.br/blogs/padilha?title=title_7&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1</link>
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			  			  <item>
			    <title>A TV do Botequim entra no ar!</title>
			    <description>&lt;p&gt;O Botequim do Padilha est&amp;#225; come&amp;#231;ando uma nova fase. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A partir de agora, al&amp;#233;m de encontrar com o nosso comentarista gastron&amp;#244;mico Jos&amp;#233; Raimundo Padilha atrav&amp;#233;s dos seus textos brilhantes sobre o que h&amp;#225; de melhor no circuito de bares e restaurantes do Rio de Janeiro -- e, algumas vezes, do mundo -- o leitor tamb&amp;#233;m vai ter a oportunidade de dividir a mesa com ele, em v&amp;#237;deos de dar &amp;#225;gua na boca, dispon&amp;#237;veis aqui no site e no YouTube.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para come&amp;#231;ar, a TV do Botequim do Padilha revisitou o Pav&amp;#227;o Azul, tradicional bar-restaurante de Copacabana que serve -- o Padilha garante --, a melhor patanisca do Brasil.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Divirtam-se. E bom apetite.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marcio Ehrlich&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Editor&lt;/p&gt;</description>
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			    <title>Pav&#227;o Azul</title>
			    <description>&lt;div class=&quot;youtube center&quot;&gt;&lt;object type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; style=&quot;width:425px; height:350px&quot; data=&quot;http://www.youtube.com/v/TrJW9RUc1Tk&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/TrJW9RUc1Tk&quot; /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;Orgulho que trago comigo &amp;#233; ser um turista gastron&amp;#244;mico. Acredito que sabemos muito de um povo e de sua cultura atrav&amp;#233;s da maneira como eles preparam sua comida. N&amp;#227;o &amp;#233; &amp;#224; toa que a culin&amp;#225;ria inglesa &amp;#233; sem sal, a indiana &amp;#233; picante e a italiana &amp;#233; exagerada. Por isso &amp;#233; que saio garimpando por a&amp;#237; sabores que ainda n&amp;#227;o experimentei.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;N&amp;#227;o faz muito tempo descobri um petisco t&amp;#237;pico lisboeta chamado patanisca. Uma esp&amp;#233;cie de bolinho de bacalhau feito sem batata, s&amp;#243; com ovos, farinha e temperos, dif&amp;#237;cil de encontrar aqui no Rio. Tive que ir de Botafogo at&amp;#233; a Tijuca especialmente para conhecer a patanisca de Dona Natalina, do Caf&amp;#233; e Bar Varnhagem, na pra&amp;#231;a do mesmo nome.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Recentemente, no entanto, fui apresentado em Copacabana a uma patanisca que merece o t&amp;#237;tulo de a melhor da cidade, no Pav&amp;#227;o Azul, bar com quase 50 anos de exist&amp;#234;ncia, que fica em frente da 12&amp;#170; DP na Hil&amp;#225;rio de Gouveia.  &amp;#201; um daqueles botequins cariocas aut&amp;#234;nticos, aconchegante e nada simpl&amp;#243;rio, comandado com dedica&amp;#231;&amp;#227;o e carinho por duas irm&amp;#227;s simpatiss&amp;#237;ssimas, Vera e Bete, que se revezam cuidando de cada detalhe.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://janela.com.br/blogs/media/padilha/pavaoazul.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Pav&amp;#227;o Azul&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A patanisca que elas preparam &amp;#233; espetacular, feita na hora a pedido do fregu&amp;#234;s, e servida por unidade ou por&amp;#231;&amp;#227;o. Chegam douradas &amp;#224; mesa e s&amp;#227;o perfeitas. Crocantes por fora, suculentas e fumegantes por dentro. D&amp;#225; para comer uma d&amp;#250;zia brincando. Principalmente se acompanhadas do chopp, que &amp;#233; muito bem tirado, ou cerveja, que est&amp;#225; sempre gelada, Bohemia e Original. Se voc&amp;#234; j&amp;#225; conhece, deve estar concordando. Se n&amp;#227;o conhece, espere s&amp;#243; para ver como a patanisca do Pav&amp;#227;o Azul &amp;#233; gostosa.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O segredo com certeza est&amp;#225; no tempero e na combina&amp;#231;&amp;#227;o dos ingredientes, que Vera e Bete n&amp;#227;o revelam a ningu&amp;#233;m. Esse &amp;#233; o motivo da casa servir de 400 a 600 pataniscas todos os finais de semana. E olha que essa n&amp;#227;o &amp;#233; a &amp;#250;nica atra&amp;#231;&amp;#227;o gastron&amp;#244;mica de l&amp;#225;. No quesito camar&amp;#227;o, tem a empada, o pastel e o risoto que s&amp;#227;o muit&amp;#237;ssimo bem avaliados pela clientela que lota o local. E nos finais de semana, quando muitas fam&amp;#237;lias v&amp;#227;o ao Pav&amp;#227;o Azul para almo&amp;#231;ar, elas preparam uma rabada e um risoto de polvo que &amp;#233; de chorar, segundo quem j&amp;#225; comeu e &amp;#233; fregu&amp;#234;s.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O resto voc&amp;#234; j&amp;#225; sabe, &amp;#233; se render ao clima comunit&amp;#225;rio dos aut&amp;#234;nticos botequins familiares onde todos s&amp;#227;o seus melhores amigos de inf&amp;#226;ncia, mesmo que nunca os tenha visto antes na vida.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pav&amp;#227;o Azul&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Rua Hil&amp;#225;rio de Gouveia, 71&lt;br /&gt;
(21) 2236-2381&lt;br /&gt;
Copacabana &amp;#8211; Rio de Janeiro&lt;/p&gt;</description>
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			  			  <item>
			    <title>Miam Miam</title>
			    <description>&lt;a href=&quot;http://www.miammiam.com.br&quot;&gt;http://www.miammiam.com.br&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Descrever o Miam Miam &amp;#233; tarefa dif&amp;#237;cil. Seria mistura de bar descolado com restaurante fashion? Ou blended de restaurante trendy com lounge bar? Voc&amp;#234; decide. O fato &amp;#233; que o lugar esbanja bom gosto e surpreende pela modernidade. A come&amp;#231;ar pelo im&amp;#243;vel, um casar&amp;#227;o de &lt;strong&gt;1890&lt;/strong&gt;, tombado pelo Patrim&amp;#244;nio Hist&amp;#243;rico e decorado com mob&amp;#237;lia original dos anos 50, 60 e 70. Al&amp;#233;m de obras de arte, como os ursinhos prateados do artista pl&amp;#225;stico Richard Gallo, que j&amp;#225; estiveram na Bienal de S&amp;#227;o Paulo. Detalhe: a casa foi resid&amp;#234;ncia da av&amp;#243; da propriet&amp;#225;ria, a chef Roberta Ciasca, que largou a carreira de marketing pelas panelas da escola francesa &lt;strong&gt;Le Cordon Bleu&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://janela.com.br/blogs/media/padilha/miammiam08.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O amplo sal&amp;#227;o de p&amp;#233;-direito alt&amp;#237;ssimo &amp;#233; dividido em dois ambientes. Logo na entrada, de frente para a rua, fica um confort&amp;#225;vel lounge com sof&amp;#225;s, poltronas e mesinhas de centro, onde voc&amp;#234; pode se esparramar com amigos e apreciar os drinks e aperitivos que fazem sucesso por l&amp;#225;. Minha dica &amp;#233; o &lt;strong&gt;mojito&lt;/strong&gt;, muito bem preparado, com vodka Absolut. Ou ainda a estimulante caipivodka de uva com gengibre. Para acompanhar, pe&amp;#231;a os famosos rolinhos de rosbife com parmes&amp;#227;o e r&amp;#250;cula. Ou as bolinhas de soja com molho de iogurte e hortel&amp;#227;. Op&amp;#231;&amp;#245;es light e bem saborosas. Tem tamb&amp;#233;m um vatapazinho (&amp;#233; assim mesmo que se escreve) aperitivo, para ser comido sobre pequenos discos de tapioca, como um canap&amp;#233;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://janela.com.br/blogs/media/padilha/miammiam09.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Atr&amp;#225;s do lounge ficam as mesas do restaurante, todas com p&amp;#233; palito, tampo de f&amp;#243;rmica e acabamento em alum&amp;#237;nio, t&amp;#237;picas das cozinhas brasileiras. Outro requinte do Miam Miam &amp;#233; que todos os m&amp;#243;veis est&amp;#227;o &amp;#224; venda, por conta de parceria com a loja de antig&amp;#252;idades Hully Gully. Gostou da poltrona? &amp;#201; s&amp;#243; pedir que mandam entregar na sua casa. Tem at&amp;#233; um &lt;strong&gt;card&amp;#225;pio de mob&amp;#237;lia&lt;/strong&gt;, com a descri&amp;#231;&amp;#227;o dos m&amp;#243;veis e seus respectivos pre&amp;#231;os. Mas fique tranq&amp;#252;ilo, a comida &amp;#233; bem menos salgada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://janela.com.br/blogs/media/padilha/miammiam07.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A comida &amp;#233; outro diferencial do Miam Miam (que, em franc&amp;#234;s, significa &lt;strong&gt;nham-nham&lt;/strong&gt;). A cozinha da chef Roberta faz &lt;strong&gt;comfort food&lt;/strong&gt;, que &amp;#233; a tradu&amp;#231;&amp;#227;o dos antigos sabores caseiros para a alta culin&amp;#225;ria moderna dos restaurantes. Segundo ela, uma &amp;#8220;leitura sofisticada de ingredientes simples&amp;#8221;. Meu prato favorito, e de uma legi&amp;#227;o de f&amp;#227;s, &amp;#233; a moqueca de peixe e camar&amp;#227;o ao curry com arroz de coco, que vem numa tigela. Um espet&amp;#225;culo. Eu recomendo j&amp;#225; com &amp;#225;gua na boca. E para encerrar, se quiser sobremesa, experimente o crepe de goiaba com calda de queijo.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Voc&amp;#234; pode ir ao Miam Miam apenas para beber e beliscar no lounge, ou ir s&amp;#243; para jantar. O legal &amp;#233; fazer os dois. Se instale no lounge, pe&amp;#231;a uma bebida e uma entradinha. Assim voc&amp;#234; ganha tempo para escolher calmamente o que vai jantar em seguida. Combine com o gar&amp;#231;on para ele aprontar uma mesa e chamar voc&amp;#234; quando o prato for servido.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Miam Miam&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Rua G&amp;#243;es Monteiro, 34&lt;br /&gt;
Botafogo &amp;#8211; Rio de Janeiro&lt;br /&gt;
(21) 2244-0125&lt;/p&gt;</description>
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			  </item>
			  			  <item>
			    <title>Astor</title>
			    <description>&lt;p&gt;Chegou a vez de falar de S&amp;#227;o Paulo aqui no Botequim. Sim, porque foi-se o tempo em que a Terra da Garoa parecia perder para a supremacia inquestion&amp;#225;vel dos bares cariocas. Digo &amp;#8220;parecia&amp;#8221; porque S&amp;#227;o Paulo sempre teve bares tradicional&amp;#237;ssimos, como &lt;strong&gt;Bar Leo, Pandoro, Amigo Leal, Bar Brahma&lt;/strong&gt;. E cresceu muito nesta &amp;#225;rea. Importou a decora&amp;#231;&amp;#227;o e o astral dos botequins cariocas, melhorou o chopp, diversificou o card&amp;#225;pio, caprichou na higiene e colocou manobristas na porta. O resultado foram bares com menos de 10 anos, que j&amp;#225; abriram como cl&amp;#225;ssicos: &lt;strong&gt;Posto 6, Filial, Gen&amp;#233;sio, Salve Jorge&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://janela.com.br/blogs/media/padilha/astor001.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; align=&quot;left&quot; /&gt;O maior exemplo &amp;#233; o &lt;strong&gt;Astor&lt;/strong&gt;, na Vila Madalena. Sucesso criado por 5 amigos que haviam aberto antes os imbat&amp;#237;veis &lt;strong&gt;Original&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Piraj&amp;#225;&lt;/strong&gt;, precursores da tend&amp;#234;ncia paulista de bares com cara de botequins cariocas da d&amp;#233;cada de 50. No Astor, eles se superaram. Nenhum detalhe foi esquecido para fazer voc&amp;#234; se sentir no melhor bar da sua vida. A come&amp;#231;ar pela alma do botequim: os gar&amp;#231;ons. Todos s&amp;#227;o descolad&amp;#237;ssimos e formam uma sele&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#227;o entrosada que at&amp;#233; os reservas s&amp;#227;o, no m&amp;#237;nimo, como aqueles gar&amp;#231;ons que todo mundo conhece pelo nome.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Na decora&amp;#231;&amp;#227;o, piso hidr&amp;#225;ulico, vidro bisotado, cartazes lambe-lambe, r&amp;#233;plicas de lumin&amp;#225;rias antigas e um balc&amp;#227;o de madeira maci&amp;#231;a talhada e m&amp;#225;rmore, que foi trazido diretamente de um antiqu&amp;#225;rio nos Estados Unidos. H&amp;#225; dois sal&amp;#245;es, um amplo no t&amp;#233;rreo, e um menor no andar de baixo, onde ficam os banheiros, sempre impec&amp;#225;veis. At&amp;#233; quando vai tirar &amp;#225;gua do joelho, o sujeito tem som ambiente. Sem falar dos monitores de plasma, que entret&amp;#234;m os clientes com mensagens dos patrocinadores.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;http://janela.com.br/blogs/media/padilha/astor02b.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas este parque tem&amp;#225;tico para boemios n&amp;#227;o estaria completo sem uma cozinha de primeira qualidade. E n&amp;#227;o tem o que se pe&amp;#231;a no Astor que n&amp;#227;o seja, no m&amp;#237;nimo, excelente. Para petisco, os campe&amp;#245;es s&amp;#227;o os deliciosos &lt;strong&gt;bolinhos de arroz&lt;/strong&gt; e os surpreendentes &lt;strong&gt;croquetes de mortadela&lt;/strong&gt;. Cerati, claro. Imperd&amp;#237;veis. No quesito sandu&amp;#237;ches, o fil&amp;#233; com queijo Palmira quente &amp;#233; &amp;#243;timo. Se a fome apertar, meu favorito &amp;#233; o &lt;strong&gt;picadinho Astor&lt;/strong&gt;, com arroz, feij&amp;#227;o, farofa, pastel, ovo poch&amp;#233; e banana &amp;#224; milaneza.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acompanhando tudo, o insuper&amp;#225;vel chopp Brahma da casa, considerado o melhor de S&amp;#227;o Paulo h&amp;#225; anos. Do jeito que os paulistas mais gostam: espuma densa e branca por cima de um l&amp;#237;quido dourado e cristalino, estupidamente gelado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Pois &amp;#233;, meu amigo. S&amp;#227;o Paulo pode n&amp;#227;o ter praia. Mas tem o Astor.&lt;/p&gt;


&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Astor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Rua Delfina, 163&lt;br /&gt;
Vila Madalena &amp;#8211; S&amp;#227;o Paulo&lt;br /&gt;
(11) 3815-1364&lt;/p&gt;</description>
			    <link>http://www.janela.com.br/blogs/padilha?title=astor&amp;more=1&amp;c=1&amp;tb=1&amp;pb=1</link>
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