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Ancine adia cobrança de taxa para filmes na internet

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Pelo menos até 1º de março deste ano os comerciais feitos para veiculação na internet estarão livres de pagamento da taxa de Condecine, que tem sido obrigatória para todos os filmes publicitários produzidos para cinema, televisão aberta e cabo e mídias alternativas.

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), órgão ligado ao antigo Ministério da Cultura (atual Ministério da Cidadania), através da Instrução Normativa 146/18, atendeu à solicitação conjunta formulada pela Abap, Fenapro e Abradi para dar mais um tempo de estudo sobre o assunto.

Dia 15 de janeiro haverá uma nova reunião da Diretoria Colegiada, quando as entidades do setor publicitário esperam que haja o cancelamento da necessidade do registro da publicidade criada para a web.

A obrigatoriedade da taxa geraria um impacto significativo na produção comercial, já que hoje os anunciantes não precisam considerar este custo em suas campanhas. Para se ter uma ideia, segundo o produtor Mario Nakamura, a internet representa hoje 95% do destino dos trabalhos de sua produtora Cinerama Brasilis.

Veja aqui a Tabela do Condecine, estabelecida pela Ancine para as produções brasileiras e estrangeiras veiculadas no Brasil.

Marcio Ehrlich

Marcio Ehrlich

Jornalista, publicitário e ator eventual. Escreve sobre publicidade desde 15 de julho de 1977, com passagens por jornais, revistas, rádios e tvs como Tribuna da Imprensa, O Globo, Última Hora, Jornal do Commercio, Monitor Mercantil, Rádio JB, TV S e TV E.
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